4 de maio de 2011

Guardiã Rainha dos Sete Cruzeiros das Almas.
(Pititis) - A Guardiã Rainha dos Sete Cruzeiros da Calunga (Pomba Gira dos Sete Cruzeiros), é uma entidade muito forte, e todo cuidado deve ser tomado no que se refere à sua evocação, conjuração ou mesmo quanto a sua incorporação. Como seu próprio nome já diz, trabalha com as radiações e energias do Cruzeiro do cemitério.
Seus despachos, oferendas, ebós, amalás e similares, na maioria dos casos devem ser colocados neste local, mudando apenas por ordem explicita da mesma. Atua esta entidade, em casos onde casais estejam brigando, chegando ao ponto de poderem se matar.
Possui esta entidade a capacidade de anular quaisquer trabalhos feitos dentro do cemitério, ou mesmo no Cruzeiro, que possuam este objetivo, ou seja de destruir por completo um casamento, uma família.
É sua força também requisitada, quando há problemas com um dos cônjuges, por exemplo, quando há frigidez, impotência, e similares, e que por conseqüência destes distúrbios físicos venha ocorrer transtornos na vida do casal. Os resultados são os melhores, havendo a extinção radical destes problemas. É também muito requisitada esta entidade, quando o consulente, é vítima de perseguições, injustiças e demandas espirituais. Esta pomba Gira, tem grande destaque pois é a companheira de
Exala uma lascívia, e é grande auxiliadora em casos de amor, somente em casos de amor, mas amor de verdade, podendo ser funesto os resultados de sua ajuda a paixões pérfidas.
É de uma beleza e vaidade raras. Admira verdadeiramente as pessoas que lutam por seus ideais. Aprecia ser presenteada, contudo não exige presentes por seus trabalhos, exige sim, os materiais necessários para realização de seus encantamentos e realização de seus trabalhos.
Há quem confunda a Rainha do Cruzeiro com a Rainha das Sete Encruzilhadas, mais saibam que são duas entidades de muito respeito, mas bem distintas... A Rainha do Cruzeiro governa com o Exu do Cruzeiro das Almas , todos os cruzeiros centrais do campo santo, onde são enviados todas aquelas entidades que querem fazer parte do Reino dos Exus e esperam a suas distintas colocações e seleção. Para fazer parte deste povo maravilhoso, não basta querer, tem que merecer e ser capaz de assumir e cumprir todas as missões especificadas pelo astral médio e superior. A Pomba-Gira Rainha do Cruzeiro trabalha para a Rainha das Sete Encruzilhadas, elas pertencem a mesma falange, mais suas funções se diferenciam no mundo astral.
A Rainha do Cruzeiro é uma pomba-gira muito exigente e muito fria no seu modo de agir, pois esta mais acostumada a lidar com espíritos mais perversos. Por isto quando chega no mundo, vem para brindar, e dançar... não gosta de muitas brincadeiras, faz a sua gira e já procura um lugar para sentar! Quando simpatiza com alguém esta pessoa já tem sua proteção de graça, mais quando não gosta, faz questão de ignorar, mostrando que dela nada irão ter. Adora usar poucas roupas e insinuantes, mais quase sempre está enrolada em uma capa de veludo preto e bordo. Tem verdadeiro facínio por perfumes e rosas vermelhas e brancas. Suas oferendas não podem faltar cigarrilhas e champanhes doces e caras.
Lendas
O Senhor das Encruzilhadas, quando chegou no mundo astral, pegou a Gira do Cruzeiro como companheira e ela lhe mostrou todo o astral inferior, e nestas andanças ao limbo ele encontra sua antiga mulher que era sua Rainha na vida terrena a qual nunca esqueceu e então passou a cuida-la. Quando o exu Mor nomeou o Senhor das Encruzilhadas em Rei das Sete Encruzilhadas... ele ordenou que a Gira do Cruzeiro tomasse conta do astral inferior lhe dando o título de Rainha dos Sete Cruzeiros das Almas... e foi viver com sua antiga mulher no médio astral... onde a titulou como Rainha das Sete Encruzilhadas, dando a ela todos os poderes que a ele foi dado pelo o Exu Mor.
A Rainha dos Sete Cruzeiros se sentido abandonada pelo Exu Rei, resolveu formar seu próprio reinado e nomeou o Exu do Cruzeiro das almas como seu fiel escudeiro e namorado.
Os dois juntos governam os Reinos dos Cruzeiros das Almas, mais também recebem suas oferendas em encruzilhadas. É falso quando dizem que as duas Rainhas é uma só ou que ambas se odeiam... São rainhas de reinos distintos que quando na terra muito se respeitam.
A Rainha dos Sete Cruzeiros das Almas gosta de trabalhar para a sedução pois é uma pomba-gira muito sedutora, costuma se apresentar com cabelos loiros acastanhados, Olhos claros e chamativos seus trajes são curtos negros e vermelhos, trabalha para a guerra e amarração de casais que se amam, mais nunca peça a ela para separar um casal, pois ela se aborrecerá profundamente com quem for lhe pedir este intento! Saravá a Rainha dos Sete Cruzeiros das Almas!
Características
§  Bebida  : Champanhe e outras bebidas finas
§  Lugar  : Cruzeiro do cemitério
Pontos Riscados
A origem da Umbanda
A Umbanda tem origens variadas (dependendo da vertente que a pratica).
Em meio as festas nas senzalas os negros escravos comemoravam os Orixás por meio dos Santos Católicos. Nessas festas eles incorporavam seus Orixás, mas também começaram a incorporar os espíritos ditos ancestrais, como os Pretos-Velhos ou Pais Velhos (espíritos de ancestrais, (que não era de antigos Babalaôs, Babalorixás, pois esses são cultuados no Culto aos Egungun em Itaparica, Bahia, e nem Iyalorixás pois essas são cultuadas no Culto das Iyás) eram antigos "Pais e Mães de Senzala": escravos mais velhos que sobreviveram à senzala e que, em vida, eram conselheiros e sabiam as antigas artes da religião da distante África), que iniciaram a ajuda espiritual e o alívio do sofrimento material daqueles que estavam no cativeiro.
Embora houvesse uma certa resistência por parte de alguns, pois consideravam os espíritos incorporados dos Pretos-Velhos como Eguns (espírito de pessoas que já morreram e não são cultuados no candomblé), também houve admiração e devoção.
Com os escravos foragidos, forros e libertados pelas leis do Ventre Livre, Sexagenário e posteriormente a Lei Áurea, começou-se a montagem das tendas, posteriormente terreiros.
Em alguns Candomblés também começaram a incorporar Caboclos (índios das terras brasileiras como Pajés e Caciques) que foram elevados à categoria de ancestral e passaram a ser louvados. O exemplo disso são os ditos Candomblé de Caboclo. Muito comuns no norte e nordeste do Brasil até hoje.
No início do século XX com o surgimento da Umbanda, esta que muitas vezes era realizada nas praias começou a ser conhecida pelo termo macumba, pois macumba nada mais é que um determinado tipo de madeira usada para produzir o atabaque usado durante as giras; por ser um instrumento musical, as pessoas referiam-se da seguinte forma: "Estão batendo a macumba na praia", ficando então conhecidas as giras como macumbas ou culto Omoloko. Com o passar do tempo, tudo que envolvia algo que não se enquadrava nos ensinamentos impostos pelo catolicismo, protestantismo, judaísmo, etc, era considerado macumba. Com isso, acabou por virar um termo pejorativo.

[editar] Visões sobre o vocábulo "Umbanda"
Referência Histórico-Literária
A mais antiga referência literária e denotativa ao termo Umbanda é de Heli Chaterlain, em Contos Populares de Angola, de 1889. Lá aparece a referência à palavra Umbanda, como: curador, magia que cura, sinônimo de Kimbanda.
Visão Esotérica sobre o vocábulo Umbanda
Segundo a corrente esotérica que existe na Umbanda, a origem do vocábulo Umbanda estaria na raiz sânscrita AUM que, na definição de Helena Petrovna Blavatsky, em seu Glossário Teosófico, significa a sílaba sagrada; a unidade de três letras; daí a trindade em um. É uma sílaba composta pelas letras A, U e M (das quais as duas primeiras combinam-se para formar a vogal composta O). É a sílaba mística, emblema da divindade, ou seja, a Trindade na Unidade (sendo que o A representa o nome de Vishnu; U, o nome de Shiva, e M, o de Brahmâ); é o mistério dos mistérios; o nome místico da divindade, a palavra mais sagrada de todas na Índia, a expressão laudatória ou glorificadora com que começam os Vedas e todos os livros sagrados ou místicos. As outras palavras componentes se supõem, como: Bandha, de origem sânscrita, no mesmo glossário significa laço, ligadura, sujeição, escravidão. A vida nesta terra.
Autores dessa corrente esotérica, analisando as duas palavras, definiram Umbanda como sendo a junção dos termos Aum + Bandha, que seria o elo de ligação entre os planos divino e terreno. A palavra mântrica Aumbandha foi sendo passada de boca a ouvido e chega até nós como Umbanda.
Formas variadas da Umbanda
A incorporação de guias também ocorreu em outras religiões como no Candomblé de Caboclos ( desde de 1865 - as primeiras manifestações de Caboclos, Boiadeiros, Marinheiros, Crianças e Pretos-velhos aconteceram dentro do Candomblé de Caboclos ), no Catimbó e em centros Espíritas (onde não eram aceitos e, muitas vezes, expulsos ou pedidos a se retirar, por serem vistos como espíritos não evoluídos, ou mesmo, como obsessores).
Uma das versões mais aceitas popularmente, mas não cientificamente, pois não existe documentação da época para corroborá-la, é a sobre o médium Zélio Fernandino de Moraes.
Diz essa versão que Zélio, em 15 de novembro de 1908, acometido de doença misteriosa, teria sido levado a Federação Espírita de Niterói e, em determinado momento dos trabalhos da sessão Espírita manifestaram-se em Zélio espíritos que diziam ser de índio e escravo. O dirigente da Mesa pediu que se retirassem, por acreditar que não passavam de espíritos atrasados (sem doutrina). Mais tarde, naquela noite, os espíritos se nomearam como Caboclo das Sete Encruzilhadas e Pai Antônio.
Devido a hostilidade e a forma como foram tratados (como espíritos atrasados por se manifestarem como índio e um negro escravo). Essas entidades resolveram iniciar uma nova forma de culto, em que qualquer espírito pudesse trabalhar.
No dia seguinte, dia 16 de novembro, as entidades começaram a atender na residência de Zélio todos àqueles que necessitavam, e, posteriormente, fundaram a Tenda espírita Nossa Senhora da Piedade.
Essa nova forma de religião inicialmente foi chamada de Alabanda, mas acabou tomando o nome de Umbanda. Uma religião sem preconceitos que acolheria a todos que a procurassem: encarnados e desencarnados, em todas bandas.
Zélio foi o precursor de um "trabalho Umbandista Básico" (voltado à caridade assistencial, sem cobrança e sem fazer o mal e priorizando o bem), uma forma "básica de culto" (muito simples), mas aberta à junção das formas já existentes (ao próprio Candomblé nos cultos Nagôs e Bantos, que deram origem às religiões mais africanas - Umbanda Omoloko, Umbanda de pretos-velhos; ou aquelas formas mais vinculadas à Doutrina Espírita - Umbanda Branca; ou aquelas formas oriundas da Pajelança do índio brasileiro - Umbanda de Caboclo; ou mesmo formas mescladas com o esoterismo de Papus - Gérard Anaclet Vincent Encausse, esoterismo teosófico de Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891), de Joseph Alexandre Saint-Yves d´Alveydre - Umbanda Esotérica, Umbanda Iniciática, entre outras) que foram se mesclando e originando diversas correntes ou ramificações da Umbanda com suas próprias doutrinas, ritos, preceitos, cultura e características próprias dentro ou inerentes à prática de seus fundamentos.
Hoje temos várias religiões com o nome "Umbanda" ( Linhas Doutrinárias ) que guardam raízes muito fortes das bases iniciais, e outras, que se absorveram características de outras religiões, mas que mantém a mesma essência nos objetivos de prestar a caridade, com humildade, respeito e fé.
Alguns exemplos dessas ramificações são:
  • Umbanda Popular - Que era praticada antes de Zélio e conhecida como Macumbas ou Candomblés de Caboclos; onde podemos encontrar um forte sincretismo - Santos Católicos associados aos Orixás Africanos;
  • Umbanda tradicional - Oriunda de Zélio Fernandino de Moraes;
  • Umbanda Branca e/ou de Mesa - Nesse tipo de Umbanda, em grande parte, não encontramos elementos Africanos - Orixás -, nem o trabalho dos Exus e Pomba-giras, ou a utilização de elementos como atabaques, fumo, imagens e bebidas. Essa linha doutrinária se prende mais ao trabalho de guias como caboclos, pretos-velhos e crianças. Também podemos encontrar a utilização de livros espíritas como fonte doutrinária;
  • Umbanda Omolokô - Trazida da África pelo Tatá Tancredo da Silva Pinto. Onde encontramos um misto entre o culto dos Orixás e o trabalho direcionado dos Guias;
  • Umbanda Traçada ou Umbandomblé - Onde existe uma diferenciação entre Umbanda e Candomblé, mas o mesmo sacerdote ora vira para a Umbanda, ora vira para o candomblé em sessões diferenciadas. Não é feito tudo ao mesmo tempo. As sessões são feitas em dias e horários diferentes;
  • Umbanda Esotérica - É diferenciada entre alguns segmentos oriundos de Oliveira Magno, Emanuel Zespo e o W. W. da Matta (Mestre Yapacany), em que intitulam a Umbanda como a Aumbhandan: "conjunto de leis divinas";
  • Umbanda Iniciática - É derivada da Umbanda Esotérica e foi fundamentada pelo Mestre Rivas Neto (Escola de Síntese conduzida por Yamunisiddha Arhapiagha), onde há a busca de uma convergência doutrinária (sete ritos), e o alcance do Ombhandhum, o Ponto de Convergência e Síntese. Existe uma grande influência Oriental, principalmente em termos de mantras indianos e utilização do sânscrito;
  • Umbanda de Caboclo - influência do cultura indígena brasileira com seu foco principal nos guias conhecidos como "Caboclos";
  • Umbanda de pretos-velhos - influência da cultura Africana, onde podemos encontrar elementos sincréticos, o culto aos Orixás, e onde o comando e feito pelos pretos-velhos;
·        
    • Outras formas existem, mas não têm uma denominação apropriada. Se diferenciam das outras formas de Umbanda por diversos aspectos peculiares, mas que ainda não foram classificadas com um adjetivo apropriado para ser colocado depois da palavra Umbanda.
Pomba Gira Rosa Caveira

Sacode o pó que chegou Rosa Caveira
Pomba Gira da calunga
Vem levantando poeira (2x)
Suas mandingas são cercadas de mistérios
Saravá a Pomba Gira que vem lá do cemitério
Se diz que faz é melhor não duvidar
Porque a Rosa Caveira promete para não faltar
Sacode o pó que chegou Rosa Caveira
Pomba Gira da calunga
Vem levantando poeira (2x)
Levo uma rosa quando vou ao seu axé
Falo com Rosa Caveira
Porque nela eu tenho fé
Tudo o que peço nunca me deixou faltar
Ela é muito famosa
E na ê na é mojubá
Sacode o pó que chegou Rosa Caveira
Pomba Gira da calunga
Vem levantando poeira (2x)
Pomba Gira  Dos 7 Cruzeiros das Almas.

Nasceu no cruzeiro das Almas,
Uma roseira que já deu flor,
Entre elas uma rosa. Em uma linda mulher se transformou.
Praticando sua caridade com muito amor, isolando harmonia
como perfume da flor,
Ela e moça bonita é faceira e  formosa
Pombo gira do Cruzeiro é a mais bela das rosas.
Cabocla Janaina
 Eu fui lá na beira da praia
Só para ver o Balanço do MAr
Eu vi um retrato na Areia
Me Lembrei da Sereia
Comecei a chamar
 Oh!Janaína Vem ver
 Oh!Janaína Vem cá
Receber estas Flores
Que eu venho Lhe ofertar….
Oh! Vem Janaína Vem ver
Oh! Ver Janaína Vem cá
Receber estas Flores
Que eu venho Lhe ofertar…
Exu Caveira
Eu fui la na lomba falar com o exu,
Lá eu encontrei o sr Omulu,

Ele me disse, me leve na ladeira

Preciso falar com o sr exu Caveira

Ele me disse entra pode entrar,
Aqui é a minha casa a cidade é de satanás

Tenho uma coisa que eu preciso lhe falar,
Quem entrar nesta cidade, dela não pode voltar

Não vai voltar ,não vai ver o sol nascer,
Seja bem vindo ,você  acaba de morrer

Mudou de mundo pertence a escuridão,
Virou egum na terra da solidão.
Festa Do Exú Tiriri

Deu meia noite em ponto o galo cantou(2x)
Cantou pra anunciar que Tiriri chegou(2x)
Ele vem da Calunga de capa, cartola e tridente na
mão.
Esse Exú de fé é quem nos trás Axé e nos dá proteção.
Ele é Exú Odara e vem nos ajudar,
com seu punhal ele fura, ele corta demanda, ele salva,
ele cura
Exú Amojubá
Laruê
Laruê Exú, Exú Amojubá
Eu perguntei a ele o que é Exú, ele vem me falar
Laruê Exú
Laruê Exú, Exú Amojubá
Eu perguntei a ele o que é Exú ele vem me falar
Exú é caminho, é energia, é vida, é determinação, é
cumpridor da Lei, Exú é esperto, Exú é guardião, Exú é
trabalho, é alegria veloz, Exú é viver, é a magia, é o
encanto, é o fogo, é o sangue na veia vibrando, Exú é
prazer.
Laruê
Laruê Exú, Exú Amojubá
Tras sua falange Exú Tiriri para trabalhar
Laruê Exú
Laruê Exú, Exú Amojubá
Tras sua falange Exú Tiriri para trabalhar.
Vem seu Tranca-Ruas, Maria Padilha e Exú Marabô
Sete Encruzilhadas, se Zé Pilintra aqui chegou
Maria Mulambo, Maria Farrapo e Dona Figueira
Dona Sete Saias, Pombogira menina e Rosa Vermelha
Sete Catacumbas, Exú Caveira firmam ponto aqui
e o Exú Capa Preta anunciou a festa do Exú Tiriri
Deu meia noite em ponto!

12 de março de 2011

PONTOS DE OXUM.

OXUM

Eu vi Mamãe Oxum na cachoeira, sentada na beira de um rio
Eu vi Mamãe Oxum na cachoeira, sentada na beira de um rio

Colhendo lírio, lírio lê, colhendo lírio, lírio lá
Colhendo lírio pra enfeitar o seu Conga
Colhendo lírio, lírio lê, colhendo lírio, lírio lá
Colhendo lírio pra enfeitar o seu Congá


OXUM

Ela é flor de Maio, Ela é flor de Maio
Se a minha mãe é linda flor de Maio. A Iê iê eu, é flor de Maio
Se a minha mãe é linda flor de Maio. A Iê iê eu, é flor de Maio


OXUM

Ouvi o brado da Mamãe Oxum
No alto da cachoeira
E Ela cantava tanto, esperando Ogum pra jurar bandeira
E Ela cantava tanto, esperando Ogum pra jurar bandeira


OXUM

Olha Oxum no Nagô, no Nagô Oxum
Olha Oxum no Nagô, no Nagô Oxum

Iê iê eu, olha Oxum Cachoeira
Iê iê eu, olha Oxum Cachoeira



      Oxum – Senhora Santa.

Oxum,senhora santa do céu.
Aieiêô.
Mamãe Oxum,rainha das águas claras.
Vinde aqui nos ajudar,meu orixá.
Mamãe Oxum,acendei seus candieiros.
Iluminai nossos terreiros pra seus filhos abençoar.
Aieiêô.
Mamãe Oxum,acendei seus candieiros.
Iluminai nossos terreiros pra seus filhos abençoar.


O Mamãe Oxum.
Santa que surgiu da lagoa abençoada.
O Mamãe Oxum.
Santa que surgiu da lagoa abençoada.
O pescador ficou muito feliz.
Estava esperando a sua chegada.
O pescador ficou muito feliz.
Estava esperando a sua chegada.
Foi um grande dia,pra todo mundo.
Uma grande bença pra este país profundo.
Oh!Dia abençoado que Cristo nos deu.
A santa paz o meu coração recebeu.
Oh!Dia abençoado que Cristo nos deu.
A santa paz o meu coração recebeu


O viva Oxum 
Iansã e Nanã 
Mamãe Sereia 
Viemos saudar 
Oi me leva 
Pras ondas grandes 
Eu quero ver as sereias cantar 
Eu quero ver os caboclinhos na areia 
Oi como brincam com Iemanjá 
Aruê, ê, ê, êeee 
Aruê Mamãe é dona do mar 
Aruê, ê, ê, êeee 
Aruê Mamãe é dona do mar


11 de março de 2011

PONTOS DE XANGÔ.


Quem rola as pedras na pedreira é Xangô 
Quem rola as pedras na pedreira é Xangô 
Giro na coroa de Zambi 
Giro na coroa de Zambi 
Giro na coroa de Zambi 
é Xangô 
Giro na coroa de Zambi 
Girooo 
Giro mas saravá meu pai Xangô 
Quem é quem vence as demandas ? 
Quem é o dono das Pedras ? 
é Xangô.


Xangô morreu de velho 
Na pedra ele escreveu 
- Justiça meu Pai , Justiça ! 
Ganhou quem mereceu 
- Justiça meu Pai , Justiça ! 
Ganhou quem mereceu.

Xangô meu pai 
deixa está pedreira aí 
Xangô meu pai 
deixa está pedreira aí 
que umbanda tá lhe chamando 
deixa está pedreira aí 
que a umbanda tá lhe chamando 
deixa está pedreira aí

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Pedra rolou, Pai Xangô, lá na pedreira.
Segura pedra , meu Pai, na cachoeira.
Pedra rolou, Pai Xangô, lá na pedreira.
Segura pedra , meu Pai, na cachoeira.
Tenho meu corpo fechado, Xangô é meu protetor.
Segura a Pemba, meu filho, Pai de cabeça chegou.
Tenho meu corpo fechado, Xangô é meu protetor.
Segura a Pemba, meu filho, Pai de cabeça chegou.



Quem rola pedra na pedreira é Xangô.
Quem rola pedra na pedreira é Xangô.
Quem rola pedra na pedreira é Xangô.
Quem rola pedra na pedreira é Xangô.
Xangô do acarajé, do acarajé, Xangô do acarajé, do acarajé.
Xangô do acarajé, do acarajé, Xangô do acarajé, do acarajé.


Meu Pai Xangô, olha seus filhos, que eu também sou filho seu.
Meu Pai Xangô, olha seus filhos, que eu também sou filho seu.
Seu Agodô e Yemanjá Sobá.
Seu Agodô e Yemanjá Sobá.
Cachoeira da mata virgem, onde mora meu Pai Xangô.
Cachoeira da mata virgem, onde mora meu Pai Xangô.
Pedra rolou, Nana Buruquê, pedra rolou, saravá Pai Xangô.
Pedra rolou, Nana Buruquê, pedra rolou, saravá Pai Xangô.

Caô,caô,caô oooô.
Xangô meu Pai de fé,meu Pai de fé.
Mora na pedreira,tem no seu trono um leão e seu oxê.
Caô,caô,caô oooô.
Xangô meu Pai de fé,meu Pai de fé.
Mora na pedreira,tem no seu trono um leão e seu oxê.
Xangô quando chega na Umbanda,traz maleme,que é seu perdão.
Cuida do nosso destino,dando sua proteção.
Meu Pai,ele é São Gerônimo,tem um livro e a pena na mão é o santo de justiça ele é rei do trovão.
Caô,caô,caô oooô.
Xangô meu Pai de fé,meu Pai de fé.
Mora na pedreira,tem no seu trono um leão e seu oxê.


Escureceu, a noite chegou. Escureceu, a noite chegou.
Firma ponto na pedreira, saravá Xangô.
Firma ponto na pedreira, saravá Xangô.
Saravá Xangô, saravá Xangô.


Dizem que Xangô, mora na pedreira.
Mas não é lá sua morada verdadeira.
Dizem que Xangô, mora na pedreira.
Mas não é lá sua morada verdadeira.
Xangô mora numa cidade de Luz.
Onde mora Iansã, Oxumaré e Jesus.
Xangô mora numa cidade de Luz.
Onde mora Iansã, Oxumaré e Jesus.

Nas pedreiras de Xangô.
Eu catei sete pedrinhas.
Pedra preta,pedra roxa,e também amarelinha.
Xangô é rei,ele é rei Nagô.
Vamos bater palma pra  coroa de Xangô.
Xangô é rei,ele é rei Nagô.
Vamos bater palma pra  coroa de Xangô.
Nas pedreiras de Xangô.
Eu catei sete pedrinhas.
Pedra preta,pedra roxa,e também amarelinha.


2x
 Sexta –feira meia noite,eu fui numa encruzilhada.
Acendi duas velas e chamei o meu Pai da pesada.
Saravá,saravá,é a força do meu Pai Xangô.
Ôôôô.
Xangô é meu protetor.
Sarava,sarava,é a força do meu Pai Xangô.
Ôôôô.
Xangô é meu protetor.
 2x
 No fundo do mar tem areia,segura esse ponto senão bambeia.



Eu me chamo Xangô do fogo.
Da linha de Narauê.
AnarauÊ,Anareuá.
Meu Pai Xangô.


Xangô.Caô,valei meu Pai Xangô.
Xangô.Caô,valei meu Pai Xangô.
Oi maleileei,oi maleiliá.
Oi maleileei,oi maleiliá.
Vou pedir para Xangô,para ele me ajudar.
Firma o ponto no terreiro,firma o ponto no congá.
Vou pedir para Xangô,para ele me ajudar.
Firma o ponto no terreiro,firma o ponto no congá.
Oi maleileei,oi maleiliá.
Oi maleileei,oi maleiliá.



O seu machado ele é pesado ele é veloz.
O seu machado ele é pesado ele é veloz.
Pedir a Zambi,por ventura é demais .
Nossa Senhora da Guia.
E Xangô é nosso pai.
Pedir a Zambi,por ventura é demais .
Nossa Senhora da Guia.
E Xangô é nosso pai.


Xangô,Caô.
Deixa essa pedreira ai.
Xangô,Caô.
Deixa essa pedreira ai.
A Umbanda ta te chamando.
Deixa essa pedreira ai.
A Umbanda ta te chamando.
Deixa essa pedreira ai.


No alto da pedreira Xangô escreveu o seu nome.
No alto da pedreira Xangô escreveu o seu nome.
Ele é Xangô,Xangô,Xangô Airá.
E os seus filhos ele veio abençoar.
Ele é Xangô,Xangô,Xangô Airá.
E os seus filhos ele veio abençoar.
Xangô é o rei da pedreira,deus do trovão e da justiça verdadeira.
Xangô meu Pai sua proteção,para os seus filhos que pedem sua atenção.
Caô.
Xangô meu Pai sua proteção,para os seus filhos que pedem sua atenção.
No alto da pedreira Xangô escreveu seu nome .
No alto da pedreira Xangô escreveu seu nome.
Ele é Xangô,Xangô,Xangô Airá.
E os seus filhos ele veio abençoar.
Ele é Xangô,Xangô,Xangô Airá.
E os seus filhos ele veio abençoar.


Pedrinha miudinha, pedrinha na Aruanda ê.
Lajeiro, tão grande, tão grande na Aruanda ê.
Pedrinha miudinha, pedrinha na Aruanda ê.
Lajeiro, tão grande, tão grande na Aruanda ê.

Seu Lajeiro é muito grande, de pedrinha miúda.
Oi de pedrinha miúda, de pedrinha graúda.
Seu Lajeiro é muito grande, de pedrinha miúda.
Oi de pedrinha miúda, de pedrinha graúda.

Caboclo da Pedra Preta, ele gosta de ver tinir.
Quem não gosta de Umbanda, o que vem fazer aqui ?
Caboclo da Pedra Preta, ele gosta de ver tinir.
Quem não gosta de Umbanda, o que vem fazer aqui ?

Auê, auê, Caboclo, auê, auê, eu quero ver.
Auê, auê, Caboclo, trabalha que eu quero ver.
Auê, auê, Caboclo, auê, auê, eu quero ver.
Auê, auê, Caboclo, trabalha que eu quero ver.


Pedra rolou pra Xangô 
Lá nas pedreiras 
Afirma o ponto meu pai 
Na cachoeira 
Pedra rolou pra Xangô 
Lá nas pedreiras 
Afirma o ponto meu pai 
Na cachoeira 
Tenho meu corpo fechado 
Xangô é meu protetor 
Afirma o ponto meu pai 
Pai de cabeça é Xangô 
Tenho meu corpo fechado 
Xangô é meu protetor 
Afirma o ponto meu pai 
Pai de cabeça chegou.

Lá em cima daquelas pedreiras 
Tem um livro que é de Xangô 
Lá em cima daquelas pedreiras 
Tem um livro que é de Xangô 
Kaô, Kaô, Kaô cabeciem


      Xangô e Omolu.

Pererá Xangô na calunga.
Pererá Xangô.
Pererá Xangô nosso Pai.
Pererá Xangô.
Pererá Xangô na calunga.
Pererá Xangô.
Pererá Xangô nosso Pai.
Pererá Xangô.
Pererá Xangô nosso Pai.
Filho de Umbanda não cai.
Pererá Xangô nosso Pai.
Filho de Umbanda não cai.
Pererá Xangô na calunga.
Pererá Xangô.
Pererá Xangô nosso Pai.
Pererá Xangô.


      Xangô Agodô.

Xangô Agodô.
Xangô Agodô.
Quando meu Pai está neste terreiro.
Irradia muita alegria,muita paz e muito amor.


Dizem que Xangô, mora na pedreira.
Mas não é lá sua morada verdadeira.
Dizem que Xangô, mora na pedreira.
Mas não é lá sua morada verdadeira.
Xangô mora numa cidade de Luz.
Onde mora Iansã, Oxumaré e Jesus.
Xangô mora numa cidade de Luz.
Onde mora Iansã, Oxumaré e Jesus.

      Xangô Kekelê.

Kekelê,Kekelê Xangô.
Ele é filho da cobra coral.
Kekelê,Kekelê Xangô.
Ele é filho da cobra coral.
Olha preto tá  trabalhando.
Olha branco,não tá,tá olhando.
Olha preto tá  trabalhando.
Olha branco,não tá,tá olhando

       Xangô – Lá em cima daquela pedreira.

Lá em cima daquela pedreira.
Tem um livro de meu Pai Xangô.
Lá em cima daquela pedreira.
Tem um livro de meu Pai Xangô.
Caô,caô,cabelecile é meu Pai.
Caô,caô,cabelecile é meu Pai.

      Xangô mais Ogum.

Xangô mi ará oro.
Ogum te coroou.
Xangô mi ará oro.
Ogum te coroou.
Filhos de pemba,a Umbanda chora.
Xangô girou na Angola.
A Umbanda,gira,gira,gira,girê.
A Umbanda,gira,gira,gira,girou.


      Xangô da Jurema.

Ecoou lá na mata da Jurema.
Lá muito longe no pé de gameleira.
Estou ouvindo o eco do infinito.
O que será,é o ronco da pedreira.
Ecoou lá na mata da Jurema.
Lá muito longe no pé de gameleira.
Estou ouvindo o eco do infinito.
O que será,é o ronco da pedreira.
Caô,Xangô,meu Pai.
Me cubra com sua bandeira.
Caô,Xangô,meu Pai.
Me cubra com sua bandeira.


O Gino olha sua banda 
O Gino olha o seu conga 
a onde o rochinol cantava 
a onde Xangô morava 
ele é filho da cobra coral 
ele é filho da cobra coral 
ele é filho da cobra coral 
Kâo.



      Xangô – Bate,bate no tambor.

Oooô.
Bate,bate no tambor.
Bate,bate  pra Xangô.
Bate,bate no tambor.
Bate,bate pra Xangô.
Oooô.
Oooô.
Bate,bate no tambor.
Bate,bate pra Xangô.
Bate,bate no tambor.
Bate,bate pra Xangô.
Xangô é rei da justiça.
Xangô é rei da pedreira.
Xangô confirmou os seus filhos com água da cachoeira.
Xangô é rei da justiça.
Xangô é rei da pedreira.
Xangô confirmou os seus filhos com  água da cachoeira.
Oooô.
Oooô.
Bate,bate no tambor.
Bate,bate pra Xangô.
Bate,bate no tambor.
Bate,bate no tambor.
Bate,bate pra Xangô.


Xangô, Xangô, é grande o Orixá
Leão na mata bradou, a tempestade acalmou
Oi saravá, Kaô Kabeci, Aruê, Kaô

Leão na mata bradou, a tempestade acalmou
Oi saravá, Kaô Kabeci, Aruê, Kaô


      Xangô – O Vencedor.

Por de trás daquela serra,tem uma linda cachoeira .
É de meu Pai Xangô,que arrebentou sete pedreiras.
É de meu Pai Xangô,que arrebentou sete pedreiras.
Foi água nascendo na fonte,espinho na flor,do seu medo escondido,nasceu a coragem de ser vencedor.
Punhal na mão,no peito o escudo mais fiel de quem na terra concebeu o céu.
São sete pedreiras que ele aprendeu a quebrar,na faísca da fúria,no raio da chuva a luz do luar.
Lavou o corpo com o vinho amargo do suor e fez do próprio bem de todos males e talvez o menor.
Por de trás daquela serra,tem uma linda cachoeira.
É de meu Pai Xangô,que arrebentou sete pedreiras.
É de meu Pai Xangô,que arrebentou sete pedreiras.


Xangô Caô.
Deixa essa pedreira ai.
Xangô Caô.
Deixa essa pedreira ai.
A Umbanda ta te chamando.
Deixa essa pedreira ai.


Eu me chamo Xangô do Fogo.
Da linha de Narauê.
Anarauê,Anareuá.
Meu Pai Xangô.